Conteúdo de qualidade ainda reina

Nenhuma tecnologia ou inovação recente foi capaz de tornar uma história ruim em um conteúdo bom.

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Óculos de realidade virtual, experiências imersivas, tecnologias sensoriais. Tudo isso está no centro das discussões dos fóruns de inovação do mundo inteiro. Mas nenhum desses devices conseguem em sí emocionar as pessoas se junto a eles não houver uma boa história.

Sim, uma boa história continua sendo o vértice principal da complexa equação de prender a atenção do público em um mundo cheio de distrações.

Quando trazemos isso para o universo das marcas, o Branded Content acaba sendo uma das principais e mais eficientes formas de estabelecer conversas com usuários e consumidores. Porém, para se gerar conteúdo relevante e realmente estabelecer um vínculo com o público, é necessário virar a chave de uma mentalidade publicitária para um mindset de conversa e significado.

A principal questão disso é um desapego a noções mais antigas enraizadas na indústria da publicidade. Ou seja, quando você faz branded content, o seu produto não é mais o centro da conversa, necessariamente. A sua marca entra em uma conversa, faz parte dela, fomenta ela. A lógica e a própria estética deixam de ser a da publicidade e passam a ser editoriais, deixam de ser centradas no produto e passam a ser determinadas pelo usuário”, comenta Sebastião Ribeiro, diretor da Cartola, agência gaúcha especializada em gerar conteúdos.

O auge de um case de branded content é não só o consumidor querer o conteúdo, mas ele topar até pagar por ele. Aí temos grandes cases, como o Guia Michelin, os games da Lego (porque entretenimento também é conteúdo), algumas revistas corporativas, etc.” complementa Ribeiro.

O hype até pode ser as novas tecnologias, mas o que ainda conecta marcas com usuários são boas histórias.